fbpx
Pular para o conteúdo
Opção Dinheiro

Ministério da Economia planeja aumentar o Auxilio Brasil

À medida que a gasolina, o diesel e o gás de cozinha continuam a subir, o Ministério da Economia está procurando mais maneiras de reduzir os preços dos combustíveis. Um dos planos é aumentar temporariamente ainda mais o valor do Auxilio Brasil, atualmente em 400 reais, segundo fontes do governo, informou a Folha de São Paulo. 

Até agora, o governo aprovou um projeto de lei que estabelece alíquotas fixas de ICMS para combustível e zera a cobrança de PIS/Cofins para diesel e gás até 2022.  No sábado, o presidente Bolsonaro também disse que queria ampliar as isenções fiscais sobre a gasolina.

 “Estava previsto fazer algo parecido com a gasolina, o Senado decidiu na última hora mudar, senão também teríamos um desconto na gasolina, que é bem alto. Analisei a possibilidade de complementação de contas, e pedi urgência , estudar, porque podemos fazer a mesma coisa com a gasolina”, disse ele.

 

Veja também: 

Fundo de estabilização de preços

A opção de aumentar o Auxilio Brasil vem a partir do desejo do Ministério da Economia, chefiado por Paulo Guedes, em realizar um corte nos tributos da gasolina e em criar um fundo de estabilização de preços, como o aprovado pelo Senado Federal na última semana.

De acordo com os cálculos da pasta, a retirada dos impostos da gasolina poderia gerar um déficit na arrecadação de R$ 23,8 bilhões com a perda do PIS/Cofins, e R$ 3,01 bilhões com a isenção da Cide.

“A questão de possível subsídio, isso passa pelo parecer do Paulo Guedes. Ele já deu um indicativo para vocês dessa possibilidade, se o barril do petróleo explodir lá fora. Porque se você jogar todo preço para o consumidor, o Brasil explode a inflação e explode a economia. Não queremos isso”, declarou Bolsonaro.