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Opção Dinheiro

Banco Central aumenta taxa Selic para 11,75%; entenda o que muda na sua vida

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, Copom, elevou a taxa Selic de 10,75% para 11,75% ao ano. Foi o nono ganho consecutivo.

Com isso, a Selic atingiu seu maior nível desde abril de 2017, quando ficou em 12,25%. A Selic atingiu uma baixa histórica de 2% ao ano em janeiro de 2021, antes do atual ciclo de alta da taxa.

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, Copom, elevou a taxa Selic de 10,75% para 11,75% ao ano. Foi o nono ganho consecutivo.

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Analistas disseram que a taxa deve subir nos próximos meses e deve chegar a 12,75% até o final do ano. Importância da Selic As taxas de juros, conforme definido pelo Copom, são a ferramenta do banco central para lidar com a inflação.

Em um momento em que vivemos em uma era de aumentos acelerados de preços, o BC elevou as taxas de juros. Em teoria, isso encarece o crédito e deprime o consumo, aliviando a inflação. Por outro lado, se o BC quisesse estimar a economia em termos de consumo, investimento, etc., reduziria a taxa Selic.

A Selic no dia do brasileiro

A taxa Selic faz parte do cotidiano do brasileiro. Ela é uma taxa base para que bancos e financeiras estabeleçam suas taxas na hora de conceder empréstimos ou na cobrança de dívidas, como cheque especial e cartão de crédito. Nesses dois últimos casos, os juros que o consumidor paga são muito maiores.

A alta da Selic também coloca um freio nos investimentos públicos e privados e piora as contas públicas, Por outro lado, o aumento dos juros chama a atenção de investidores que passam a buscar títulos atrelados à Selic. Com a maior demanda por reais, o dólar, por exemplo, tende a ficar mais barato, diminuindo a pressão no câmbio e na inflação como um todo, já que muitos produtos e processos da cadeia econômica são dolarizados.